Mal a poeira da Copa do Mundo de 2026 assentou, e o futebol europeu já se movimenta em direção ao próximo grande objetivo: as Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2030. A performance das seleções europeias no Mundial recém-encerrado, que viu uma equipe sul-americana levantar a taça, acendeu um alerta em diversas federações. A busca por renovação e novas abordagens táticas é a tônica do momento.
Países como Alemanha e Inglaterra, que tiveram campanhas abaixo do esperado, já anunciaram revisões profundas em seus projetos. A Federação Alemã, por exemplo, confirmou a saída do técnico Hansi Flick e busca um novo comandante que possa rejuvenescer o elenco e implementar um estilo de jogo mais dinâmico. \"Precisamos de uma nova energia, uma nova visão. O futebol não espera, e a próxima Copa já está no horizonte\", afirmou o presidente da DFB em comunicado oficial.
Na Inglaterra, Gareth Southgate, apesar de ter levado a equipe às quartas de final, enfrenta forte pressão por uma mudança de rumo. A crítica principal recai sobre a falta de ousadia tática em momentos decisivos. Já a França, vice-campeã mundial, deve manter Didier Deschamps, mas com a expectativa de integrar novos talentos que despontaram na última temporada europeia. A Espanha, por sua vez, aposta na continuidade de seu projeto de posse de bola, mas com a necessidade de maior contundência ofensiva.
Para o Brasil, o desempenho das seleções europeias nas eliminatórias é sempre um termômetro do nível do futebol mundial. Acompanhar as estratégias e a evolução tática desses gigantes é fundamental para entender os desafios que a Seleção Brasileira enfrentará em um eventual confronto futuro.