A final da FA Cup de 2026 em Wembley foi um espetáculo digno da mais antiga competição de futebol do mundo. Chelsea e Arsenal se enfrentaram em um clássico londrino que entregou emoção, tática e um desfecho dramático. No final, o Chelsea de Mauricio Pochettino levou a melhor, vencendo por 2 a 1 e erguendo o cobiçado troféu.
O jogo foi um verdadeiro xadrez tático. Mikel Arteta, do Arsenal, optou por uma formação 4-2-3-1, buscando controlar o meio-campo e explorar a velocidade de seus pontas. Pochettino, por sua vez, manteve seu 4-3-3 habitual, com Enzo Fernández ditando o ritmo e a dupla de zaga Thiago Silva e Fofana garantindo a solidez defensiva. O primeiro tempo foi equilibrado, com o Arsenal abrindo o placar através de Bukayo Saka, que aproveitou uma falha na saída de bola do Chelsea.
No entanto, o Chelsea não se abateu. A virada veio no segundo tempo, impulsionada por uma mudança de postura e a entrada de Mykhailo Mudryk, que trouxe mais profundidade e imprevisibilidade ao ataque. Cole Palmer, o maestro do Chelsea na temporada, empatou de pênalti, e Christopher Nkunku, em um lance de pura oportunismo, marcou o gol da vitória aos 88 minutos, levando a torcida azul ao delírio.
"É uma sensação indescritível. Lutamos até o fim, e essa taça é o reconhecimento do nosso trabalho duro e da nossa crença", disse um emocionado Pochettino após a partida. "O Arsenal nos deu um grande desafio, mas nossa resiliência prevaleceu. É um título que dedicamos aos nossos torcedores, que nunca deixaram de nos apoiar." A conquista da FA Cup não apenas adiciona um troféu à vitrine do Chelsea, mas também coroa uma temporada de evolução e promete um futuro ainda mais brilhante para os Blues.