A Europa deu o pontapé inicial em sua longa e árdua caminhada rumo à Copa do Mundo de 2030, e a primeira rodada das Eliminatórias já trouxe emoção e, para alguns, um balde de água fria. Com jogos espalhados pelo continente, a terça e quarta-feira foram marcadas por desempenhos abaixo do esperado de algumas potências e a ascensão de seleções que prometem dar trabalho.
A Itália, atual campeã europeia, não conseguiu sair do 0 a 0 contra a Eslováquia fora de casa. Em um jogo truncado e com poucas chances claras, a Azzurra demonstrou falta de criatividade e pontaria. O técnico Roberto Mancini (nome fictício) lamentou: "Não é o resultado que queríamos. Precisamos ser mais agressivos e encontrar soluções contra defesas bem postadas. É um alerta para o que vem pela frente."
Outro gigante que tropeçou foi a Alemanha, que empatou em 1 a 1 com a Polônia em casa. Apesar de dominar a posse de bola, os alemães sofreram com a organização defensiva polonesa e um contra-ataque letal que resultou no gol de Robert Lewandowski. A pressão sobre o técnico Hansi Flick (nome fictício) já começa a aumentar, com a torcida exigindo uma resposta imediata.
Por outro lado, a Bélgica mostrou sua força ao golear a Estônia por 4 a 0, com uma atuação de gala de Kevin De Bruyne. A Inglaterra também fez o dever de casa, vencendo a Albânia por 2 a 0, com gols de Harry Kane e Jude Bellingham. Essas seleções já largam na frente em seus respectivos grupos, mostrando que a renovação de seus elencos está surtindo efeito.
Para o público brasileiro, é sempre interessante observar o desempenho das seleções europeias, que são potenciais adversárias da Seleção Brasileira em futuras Copas do Mundo. A competitividade e a qualidade tática apresentadas já indicam que o caminho para o hexacampeonato será desafiador, independentemente do continente.